Laz Buhrmann e os anúncios que ninguém aguenta ver


Tá bom, geração de diretores de agências formados no final dos anos 90, eu já entendi a mensagem. Agora, pó pará.

Aquele texto para uma tal turma de 97, falando de filtro solar, já deu, né? Aliás, faz tempo. Desde 99, eu acho. Não para vocês, que continuam o atribuindo ao novo Jô – homo intelligentus brasilianus-, que é o Pedro Bial. Tudo bem. Tanto faz, desde que vocês se deem conta da tristeza (porque o “ridículo” já deu adeus faz tempo também) que é ficar fazendo listinha de coisas legais e “fofas”, faladas numa voz grave, com musiquinha instrumental e imagens ao melhor estilo ppt motivacional.

Este blog declara guerra a todas as companhias que quiserem vender planos de saúde, serviços bancários, carros, bombons ou escolas, emulando “filtro solar”. Quer me vender cerveja? Coloca uma loura gostosa. O seu negócio é cigarro? Manda ver nos cowboys. Porque, se o melhor é viver a vida, curtir os amigos, pedalar na chuva, então eu não vou comprar merda nenhuma, ok?

  1. #1 by Flavia on 8 de janeiro de 2010 - 18:09

    Concordo 100%, como consumidora e vendedora.
    Mas o pior da publicidade brasileira é saber que tanto as propagandas de cigarro como as gostosas – louras, morenas ou ruivas – nas de cerveja estão proibidas por lei ou auto regulamentação (o que da no mesmo nesse caso)
    Aí quando a chatice impera, o Pedro Bial vira ídolo.
    Cada povo tem a publicidade que merece ; )

(não será publicado)